Cuidado para a víbora não te morder,
Ela se faz de amiga, mas quer matar você.
Ela vem e gosta muito de te abraçar,
Mas sempre planeja como te matar.
A víbora se passa por inocente,
Finge de boazinha, enganando muita gente.
Todos acreditam que ela é a vítima,
Só que, no fundo, é uma perigosa víbora.
O seu veneno se espalha por todo lado,
Fique sempre atento, tenha cuidado.
Sua língua é mais mortal que uma arma.
O seu efeito te leva para a vala.
Depois de te enterrar, ela vem lamentar,
Fazendo teatro para todos enganar.
Para que não percebam o que ela fez,
E a víbora sai como amiga mais uma vez.
Este poema é parte do livro Poesias diversas volume II.
Veja o livro: https://books2read.com/u/mZgxND
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